A castanha-do-pará é uma das maiores fontes de selênio entre os alimentos. O selênio é um mineral fundamental a diversos processos do nosso organismo, pois ele atua no interior das células reduzindo os radicais livres. Por ter essa ação antioxidante, o selênio previne o envelhecimento precoce, ajuda a proteger o cérebro, colabora com o trabalho da tireoide e está associado à função do organismo que elimina substâncias tóxicas.

A recomendação do Food and Nutrition Board é que os adolescentes e adultos consumam entre 55 e 70 microgramas de selênio diariamente. Para dar uma ideia da importância da castanha-do-pará nessa ingestão, apenas uma unidade dela por dia já garante a quantidade necessária de selênio para o organismo.

Mas vá com calma, aqui também vale a regra do equilíbrio. O excesso de selênio no organismo pode causar efeitos como fadiga muscular, dores de cabeça, fraqueza nas unhas e queda de cabelo. Além da castanha-do-pará, as principais fontes de selênio são frutos do mar, aves e carnes vermelhas, grãos de aveia e arroz integral.

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Você pode consumir a castanha-do-pará pura ou como ingrediente em outros alimentos, como o pão Grão Sabor Castanha-do-Pará e Quinoa, da Wickbold. Experimente!

 

Fontes: I. BIANCHI, M.L.P., ANTUNES, L.M.G. Radicais livres e os principais antioxidantes da dieta. ver. Nutr., v. 12, n. 2, pp. 123-130, 1999; II. COZZOLINO, S. M. F. Deficiência de minerais. Estud. Av., v. 21, n. 60, pp. 119 – 126, 2007; III. KRAUSE. Alimentos, nutrição & dietoterapia. 11 ed. São Paulo. Roca. 2005; IV. NEVE, J. New approaches to assess selenium status and requeriment. Nutr. Rev., v. 58, p. 363, 2000; V. PHILIP, S. T. Pirâmide dos alimentos: Fundamentos básicos da nutrição. Ed. manole, 2008; VI. SCIESKA, M., DANCH, A., MACHALSKI, M., DROZDZ, M. Plasma selenium concentration in patients with stomach and colon cancer in the Upper Silesia. Neoplasma, v. 44, n. 6, pp. 395-397, 1997/ VII. TRUMBO, P., et al: Dietary reference intakes: vitamin A, vitamin K, arsenic, boron, chromium, copper, iodine, manganese, molybdenum, nickel, silicon, vanadium, and zinc. J. A. m. Diet. Assoc. 101:294, 2001. VIII. VANNUCCHI, H., MARCHINI, J. S. Nutrição clínica. Ed. Rio de Janeiro. Guanabara Koogan, 2007; IX. Portal M DE MULHER.

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